A tecnologia vem para ajudar as empresas, mas o ser humano segue imprescindível


As inovações tecnológicas recentes chegaram para mudar os paradigmas do mundo dos negócios. Apesar disso, o ser humano continua tendo seu valor imensurável. Diferentemente dos robôs, ele possui sentimentos, instintos e criatividade. Máquina nenhuma é capaz de ter ideias disruptivas como tem o homem.

Inteligência Artificial e Big Data surgiram para aprimorar os sistemas e processos nas empresas de forma nunca antes vista. Com eles, agora fica muito mais fácil gerenciar e otimizar dados para tomada de decisões. Sem um profissional para alimentar esses sistemas e, principalmente, analisar seus resultados para executar ações, suas existências não teriam a mesma relevância.

Robôs altamente treinados são capazes de realizar tarefas de forma perfeita repetidamente, precisando aprender apenas uma vez. Porém, caso essa tarefa possa ser substituída por outra mais rápida e/ou eficiente (inovação que será descoberta por um ser humano), o robô só será capaz de executá-la se for ensinado por um homem. Caso contrário, não conseguirá trabalhar da forma mais rápida e/ou eficiente existente.

Esse feeling e a criatividade para ideias disruptivas não competem às máquinas como compete a nós – não da mesma forma e pelo menos por enquanto. Dessa forma, o caminho para o futuro indica a tecnologia como aliada e não substituta dos seres humanos. Lado a lado, ambos podem (e devem) ser usados de forma a facilitar a rotina das empresas e, consequentemente, construir um mundo melhor.

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